RODA VIVA
Objetivos:
1. Debater um tema e desenvolvê-lo de forma participativa.
2. Envolver a todos do grupo no debate.
3. Falar sobre o que cada um sabe a respeito de um assunto.
4. Saber expor e ouvir.
Como Fazer:
1. Fazer dois círculos, um de frente para o outro, de pé ou sentado.
2. O círculo de dentro fica parado no lugar inicial e o círculo de fora gira para a esquerda, a cada sinal dado pelo animador ou coordenador do grupo.
3. Cada dupla fala sobre o assunto colocado para reflexão, durante dois minutos, sendo um minuto para cada pessoa.
4. O círculo de fora vai girando até chegar no par inicial.
5. Depois deste trabalho, realiza-se um plenário, onde as pessoas apresentam conclusões, tiram dúvidas, complementam idéias.
6. Complementação do assunto pelo coordenador.
Observações:
1. O assunto deve ser preparado pelo coordenador com antecedência.
2. Os participantes do grupo devem pesquisar e fazer leituras prévias sobre o assunto.
Avaliação:
1. O que descobrimos sobre o assunto?
2. Como nos sentimos durante a dinâmica?
3. O que foi positivo?
4. Que ensinamentos podemos tirar para o grupo?
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ENTREVISTA
Objetivos:
1. Obter conhecimentos, informações ou mesmo opiniões atuais a respeito de um tema.
2. Utilizar melhor os conhecimentos de um especialista.
3. Obter mais informações em menos tempo.
4. Tornar o estudo de um tema, mais dinâmico.
Como Fazer:
1. Coordenador apresenta em breves palavras, um tema, deixando várias dúvidas sobre o mesmo (propositalmente).
2. Coordenador levanta com o grupo, a possibilidade de completar o conhecimento através de entrevista junto a pessoas que são estudiosas do assunto.
3. O grupo define o entrevistado.
4. O grupo, orientado pelo coordenador prepara as perguntas para a entrevista.
5. Convite ao entrevistado.
6. Representante do grupo faz as perguntas.
7. Auditório vai registrando as perguntas.
8. Coordenador possibilita comentários sobre as respostas dadas pelo entrevistado.
9. Coordenador faz uma síntese de todo o conteúdo.
10. Discussão sobre o assunto.
11. Grupo (auditório) apresenta, verbalmente, suas conclusões.
Avaliação:
1. Para que serviu a dinâmica?
2. O que descobrimos através da entrevista?
3. O que gostaríamos de aprofundar sobre o assunto?
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JÚRI SIMULADO
Objetivos:
1. Estudar e debater um tema, levando todos os participantes do grupo se envolverem e tomar uma posição.
2. Exercitar a expressão e o raciocínio.
3. Desenvolver o senso crítico.
Participantes (funções):
a) Juiz: Dirige e coordena o andamento do júri.
b) Advogado de acusação: Formula as acusações contra o réu ou ré.
c) Advogado de defesa: Defende o réu ou ré e responde às acusações formuladas pelo advogado de acusação.
d) Testemunhas: Falam a favor ou contra o réu ou ré, de acordo com o que tiver sido combinado, pondo em evidência as contradições e enfatizando os argumentos fundamentais.
e) Corpo de Jurados: Ouve todo o processo e a seguir vota: Culpado ou Inocente, definindo a pena. A quantidade do corpo de jurados deve ser constituído por número impar: (3,5 ou 7)
f) Público: Dividido em dois grupos da defesa e da acusação, ajudam seus advogados a prepararem os argumentos para acusação ou defesa. Durante o júri, acompanham em silêncio.
Como Fazer:
1. Coordenador apresenta o assunto e a questão a ser trabalhada.
2. Orientação aos participantes.
3. Preparação para o júri.
4. Juiz abre a sessão.
5. Advogado de acusação (promotor) acusa o réu ou ré (a questão em pauta).
6. Advogado de defesa defende o réu ou a ré.
7. Advogado de acusação toma a palavra e continua a acusação.
8. Intervenção de testemunhas, uma de acusação.
9. Advogado de defesa, retoma a defesa.
10. Intervenção da testemunha de defesa.
11. Jurados decidem a sentença, junto com o juiz.
12. O público, avalia o debate entre os advogados, destacando o que foi bom, o que faltou.
13. Leitura e justificativa da sentença pelo juiz.
Avaliação:
1. Que proveito tiramos da dinâmica?
2. Como nos sentimos?
3. O que mais nos agradou?
4. O que podemos melhorar?
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COCHICHO
Objetivos:
1. Levar todos os integrantes do grupo a participar de uma discussão.
2. Colher opiniões e sugestões de um grupo, e sondar-lhes os interesses.
3. Criar uma atmosfera informal e democrática durante um estudo, debate.
4. Dar oportunidade para a troca de idéias dentro de um grupo.
5. Ajudar as pessoas a se libertarem das suas inibições.
6. Obter rapidamente idéias, opiniões e posições dos participantes de um grupo.
Componentes:
a) Coordenador: orientar e encaminhar o trabalho.
b) Secretário: anota no quadro ou papelógrafo, as idéias dos participantes.
c) Público: participantes do grupo.
Como Fazer:
1. Coordenador expõe de forma clara uma questão, solicitando idéias do grupo.
2. Coordenador divide o grupo de 2 em 2 ou 3 em 3 (depende do número de participantes o grupo).
3. Formados os grupos, passam a trabalhar. Cada grupo tem 2, 3 ou 4 minutos para expor suas idéias, sendo um minuto para cada participante.
4. Uma pessoas de cada grupo expõe em plenário, a síntese das idéias do seu grupo.
5. O secretário procura anotar as principais idéias no quadro, ou num papelógrafo.
6. O coordenador faz um comentário geral, esclarece dúvidas.
7. Alguém do grupo pode fazer uma conclusão.
Avaliação:
1. O que aprendemos?
2. O que descobrimos em relação ao grupo?
3. O que precisamos aprofundar sobre este assunto?
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PALAVRA QUE TRANSFORMA
Objetivos:
Fazer o grupo refletir de que forma assimilamos a PALAVRA DE DEUS em nossas vidas.
Material:
Uma bolinha de isopor, um giz, um vidrinho de remédio vazio, uma esponja e uma vasilha com água.
Descrição:
1. Se explica que a água é a Palavra de Deus e que o objeto somos nós.
2. Depois se coloca a água na vasilha, e alguém mergulha o isopor.
3. Após ver o que ocorre com o isopor, mergulhar o giz, depois o vidro de remédio e por último a esponja.
Explicar que a água é a Palavra de Deus e os objetos somos nós.
Como Fazer:
1. Dê um objeto para cada pessoa.
2. Colocar primeiro a bolinha de isopor na água.
Refletir: o isopor não afunda e nem absorve a água.
a) Como nós absorvemos a Palavra de Deus?
b) Somos também impermeáveis?
3. Mergulhar o giz na água.
Refletir: o giz retém a água só para si, sem repartir.
a) E nós?
4. Encher de água o vidrinho de remédio. Despejar toda toda a água que ele se encheu.
Refletir : o vidrinho tinha água só para passar para os outros, mas sem guardar nada para si mesmo.
a) E nós ?
5. Mergulhar a esponja e espremer a água.
Refletir: a esponja absorve bem a água e mesmo espremendo ela continua molhada.
Iluminação Bíblica:
Is 40,8 ; Mt 7,24 ; 2Tm 3,16
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30 SEGUNDOS
Objetivos:
Estimular a participação de todos por igual nas reuniões e evitar interrupções paralelas.
Descrição:
1. O coordenador apresenta um tema a ser discutido pelo grupo.
2. Baseado neste tema, cada integrante tem trinta segundos para falar sobre o assunto apresentado, sendo que ninguém, em hipótese alguma, pode ultrapassar o tempo estipulado; ao mesmo tempo que os outros integrantes devem manter-se em completo silêncio.
3. Se o comentário terminar antes do tempo estipulado, todos devem manter-se em silêncio até o final deste.
4. Ao final, o tema pode ser, então, debatido livremente.
5. O coordenador também pode, utilizando como tema, por exemplo, "saber escutar e falar", introduzir questões como:
a) Sabemos respeitar e escutar (e não simplesmente ouvir) a opinião do outros?
b) Conseguimos sintetizar nossas opiniões de maneira clara e objetiva?
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ABRA O OLHO MEU IRMÃO
Objetivos:
Tomar consciência da luta desigual que enfrentamos em nossa sociedade.
Material:
Dois panos para fechar os olhos e dois chinelos ou porretes feitos com jornais enrolados em forma de cacetete.
Como Fazer:
1. Dois voluntários devem ter os rostos cobertos e devem receber um chinelo ou porrete.
2. Depois devem iniciar uma briga de cegos, para ver quem acerta mais o outro no escuro.
3. O restante do grupo apenas assiste.
4. Assim que inicia a "briga", o coordenador faz sinal para o grupo não dizer nada e desamarra a venda dos olhos de um dos voluntários e deixa a briga continuar.
5. Depois de um tempo suficiente para que os resultados das duas situações sejam bem observados, o coordenador retira a venda do outro voluntário e encerra a experiência, abrindo um debate sobre o que se presenciou no contexto da sociedade atual.
Refletir algumas posturas como:
1. indiferença x indignação;
2. aplaudir o agressor x posicionar-se para defender o indefeso;
3. lavar as mãos x envolver-se e solidarizar-se com o oprimido, etc.
Alguns questionamentos podem ajudar:
1. Primeiro perguntar aos voluntários como se sentiram e o por quê.
Depois dar a palavra aos demais participantes:
1. Qual foi a postura do grupo?
2. Para quem torceram?
3. O que isso tem a ver com nossa realidade?
4. Quais as cegueiras que enfrentamos hoje?
5. O que significa ter os olhos vendados?
6. Quem estabelece as regras do jogo da vida social, política e econômica hoje?
7. Como podemos contribuir para tirar as vendas dos olhos daqueles que não enxergam?
Iluminação Bíblica:
Mc 10, 46-52 ou Lc 24, 13-34.
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CRISTO NO IRMÃO
Objetivos:
Ver no próximo a pessoa de Jesus Cristo.
Material:
Um crucifixo de tamanho médio.
Como Fazer:
1. Com no máximo 10 (dez) pessoas, forma-se uma fila, lado, a lado.
2. Depois, com o crucifixo, diz o seguinte para que cada um faça:
a) Dar um beijo na imagem de Jesus Cristo, na parte em que mais te toca no coração!
3. Feito isso, mandar o primeiro da fila dar um beijo, no mesmo local que deu na imagem, na pessoa do seu lado direito, seguindo adiante com o segundo beijando o terceiro, e assim por diante, até completar todos.
4. Finalizado esta ação, passar uma mensagem envolvendo estas palavras:
a) humildade: amor ao próximo; ou pedir para que alguém, que participou da dinâmica, transmitir o que aprendeu.
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EVANGELHO EM PEDAÇOS
Objetivos:
Estimular a procura e análise de passagens da Bíblia.
Material:
Papéis com pequenos trechos da Bíblia (partes de passagens) com indicação do livro, capítulo e versículos.
Como Fazer:
1. Cada integrante recebe um trecho da Bíblia e procura compreendê-lo.
2. Para melhorar a compreensão do trecho, deve consultar a passagem completa na Bíblia.
3. Em seguida, os integrantes devem ler o seu trecho e comentá-lo para o grupo.
4. Ao final, é aberto o debate sobre os trechos selecionados e as mensagens por eles transmitidas.
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O GUIA DO CEGO
Objetivos:
Compreender a importância dos outros no crescimento individual.
Material:
Alguns lenços, bastões (pare servir de bengalas) e uma área com obstáculos, de preferência em campo aberto.
Descrição:
1. O coordenador venda os olhos de quatro ou mais pessoas e fornece uma bengala para cada um, enquanto os outros integrantes permanecem como observadores para tomar nota da forma como os cegos se comportam.
2. Os cegos devem caminhar desviando-se dos obstáculos durante determinado intervalo de tempo.
Refletir:
1. Como vocês se sentiram sem poder enxergar?
2. Tiveram medo? Por quê? De quê?
3. Que acham da sorte dos cegos?
Como Fazer:
1. Em seguida, com os mesmos ou outros cegos é substituído o bastão por um guia dentre os integrantes observadores que conduzirá o cego por onde quiser.
Refletir:
1. Como vocês se sentiram nas mãos dos guias?
2. Tiveram confiança ou desconfiança? Por quê?
3. É preferível um bastão ou um guia? Por quê?
Como Fazer:
1. Por último, dispõe-se dois voluntários de cego, sendo que um guiará o outro.
2. Ao final, pode-se realizar os mesmos questionamentos do passo anterior.
Refletir:
1. O que a dinâmica teve de parecido com a vida de cada um?
2. Além da cegueira física, vocês conhecem outros tipos de cegueira? Quais? (ira, ignorância, inveja, apatia, soberba, etc.)
3. Os homens tem necessidade de guias? Quem são os outros guias? (família, educadores, amigos, os exemplos, etc.)
4. Costumamos confiar nestes guias? O que acontece com quem não aceita o serviço de um guia?
5. Qual a pior cegueira: a física ou a de espírito? Por quê?
Iluminação Bíblica:
O Evangelho relata várias curas de cegos (Mt 9,27-32; Lc 15, 35-43; Jo 9,1-39).
a) Qual a semelhança que pode-se encontrar, por exemplo, entre o relato de São Lucas e a sociedade moderna?
b) Qual a semelhança entre a cura da vista e a missão da igreja de conscientização?
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A VELA E O BARBANTE
Objetivos:
Tomar consciência da aliança entre si, o outro e Deus.
Material:
Uma Bíblia, barbante, velas para todos os integrantes e mais uma para ser colocada no centro do grupo.
Como Fazer:
1. Todos deverão estar na forma de um círculo, e no centro do círculo, numa mesa, coloca-se a Bíblia, junto com uma vela acesa.
2. A Bíblia deve estar amarrada com o barbante, e este, deve ter sobra suficiente para amarrar as velas de todos.
3. Cada pessoa, com uma vela, vai ao centro do círculo, passa o barbante em volta de sua vela, acendendo-a, e em seguida, entrega a ponta do barbante para outra pessoa, que circulará sua vela, também acendendo-a, e assim sucessivamente.
4. Quando todos estiverem enlaçados pelo barbante, lê-se a passagem do Evangelho de João, capítulo 8, versículo 12 -
a) "Eu sou a luz do mundo, quem me segue não andará nas trevas, mas possuirá a luz da vida".
5. Ao final, todos partilham o sentido da dinâmica, tentando relacioná-la com o texto bíblico proposto.
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A MACA
Objetivos:
Avaliar nossos laços de amizade.
Material:
Papel e caneta para cada um.
Como Fazer:
1. Primeiro se lê o texto base do evangelho: a cura do paralítico que é levado pelos seus amigos. (Lc 5,17-26: Mc 2,1-12; Mt 9,1-8).
2. Assim coordenador distribui a folha e caneta para todos, e pede para que cada um desenhe uma maca em sua folha.
3. Na ponta de cada braço, cada um deve escrever o nome de um amigo que nos levaria a Jesus.
4. Depois pede-se para desenhar outra maca e no meio dela colocar o nome de quatro amigos que levaríamos para Jesus.
Refletir:
1. Assumimos nossa condição de amigo de levar nossos amigos até Jesus?
2. Existem quatro amigos verdadeiros que se tenham comprometido a suportar-me sempre?
3. Conto incondicionalmente com quatro pessoas para as quais eu sou mais importante do que qualquer coisa?
4. Tenho quatro pessoas que me levantam, se caio, e corrigem, se erro, que me animam quando desanimo?
5. Tenho quatro confidentes, aos quais posso compartilhar minhas lutas, êxitos, fracassos e tentações?
6. Existem quatro pessoas com quem eu não divido um trabalho e sim uma vida?
7. Posso contar com quatro amigos verdadeiros, que não me abandonariam nos momentos difíceis, pois não me amam pelo que faço, mas, pelo que sou?
8. Sou incondicional de quatro pessoas?
9. Há quatro pessoas que podem tocar na porta da minha casa a qualquer hora?
10. Há quatro pessoas que, em dificuldades econômicas, recorreriam a mim?
11. Há quatro pessoas que sabem serem mais importantes para mim, que meu trabalho, descanso ou planos?
12. No trecho do evangelho observamos alguma coisas como?
a) lugar onde uns necessitam ajuda e outros prestam o serviço necessário.
b) o ambiente de amor, onde os amigos carregam o mais necessitado que não pode caminhar por si mesmo.
c) os amigos se comprometem a ir juntos a Jesus, conduzindo o enfermo para que seja curado por ele.
d) deixar-se servir pelos irmãos.
e) uma vez curado, carregar o peso da responsabilidade.
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JUVENTUDE E COMUNICAÇÃO
Objetivos:
Criar comunicação fraterna e madura.
Material:
Papel e caneta para cada participante.
Como Fazer:
1. Distribuir aos participantes papel e convidá-los a fazer um desenho de um homem e uma mulher.
2. Anotar na figura:
a) Diante dos olhos : as coisas que viu e mais o impressionaram.
b) Diante da boca : 3 expressões (palavras, atitudes) dos quais se arrependeu ao longo da sua vida.
c) Diante da cabeça : 3 idéias das quais não abre mão.
d) Diante do coração : 3 grandes amores.
e) Diante das mãos : ações inesquecíveis que realizou.
f) Diante dos pés : piores enroscadas em que se meteu.
Refletir:
1. Foi fácil ou difícil esta comunicação? Porque?
2. Este exercício é uma ajuda? Em que sentido?
3. Em qual anotação sentiu mais dificuldade? Por que?
4. Este exercício pode favorecer o diálogo entre as pessoas e o conhecimento de si mesmo? Por que?
Iluminação bíblica :
Marcos 7, 32-37
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GRUPO DE OBSERVAÇÃO/AÇÃO
Objetivos:
Observar atentamente o comportamento do grupo de um participante para posteriores observações.
Material:
Papel e caneta
Como Fazer:
1. O coordenador divide o grupo em um grupo de ação e outro de observação.
2. O grupo de ação permanece sentado em um círculo interno e o de observação em um círculo externo
3. O grupo de ação simula um grupo de jovens que pode debater qualquer tema, enquanto o de observação analisa o outro grupo anotando fatos como quem participa, quem não participa, se existe alguém que monopoliza, se alguém se demonstra tímido e não consegue se expressar .
4. Após o tempo que se achar necessário volta-se o grupo normal e se discute o que foi observado e vivido.
Exemplo: exemplos de coordenação:
a) Forma-se um grupo para demonstrar o primeiro tipo de coordenador, o ditador, utilizando sempre o mesmo tema, este deve sempre mandar no grupo, assumindo ou não responsabilidades dentro do grupo.
b) Após o ditador, forma-se outro grupo para exemplificar o coordenador paternalista que assume todas as responsabilidades que o grupo pode ter.
c) Após forma-se outro grupo demonstrando o coordenador que não assume a responsabilidade do grupo, sempre concordando com tudo que é proposto sem colocar em prática na maioria das vezes. E por último entra o coordenador democrático que seria um coordenador perfeito que sabe ouvir as pessoas e "força" o trabalho em grupo.
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O ENCONTRO ENTRE DOIS GRUPOS
Objetivos:
Melhorar as relações entre dois grupos e explorar a interação de grupos.
Tamanho:
Dois grupos com não mais de 15 pessoas.
Material:
Folhas grandes de cartolina.
Como Fazer:
1. O coordenador forma dois subgrupos.
2. Cada um deverá responder, numa das folhas de cartolina:
a) Como o nosso grupo vê o outro grupo?
b) Como o nosso grupo pensa que somos vistos pelo outro grupo?
3. Após 1 hora reuni-se todo o grupo e o(s) representante(s) de cada subgrupo deverá expor a conclusão do subgrupo.
4. Novamente os subgrupos se reúnem para preparar uma resposta ao outro subgrupo e após meia hora forma-se o grupo grande de novo e serão apresentadas as defesas, podendo haver a discussão.
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EXPLOSÃO DO COORDENADOR
Objetivos:
Criar impacto nos participantes do grupo através de uma dramatização exagerada, a fim de sentir melhor as reações dos indivíduos.
Como Fazer:
1. Escolhe-se qualquer tema que não será o principal da reunião e a uma certa altura do debate o coordenador pára e diz:
a) "Vocês não estão se interessando suficientemente. Estou até doente e cansado em ver esse comportamento, esse desinteresse caso não tomem maior seriedade, interrompo, agora mesmo, este debate!".
2. Após esse comentário todos estarão desconcertados e terão reações diferentes principalmente reprovando a atitude do coordenador.
3. Após o primeiro impacto o coordenador, em seu estado natural deverá explicar que era uma dramatização para ver as reações dos indivíduos do grupo, e nisso seguirá a discussão, sobre as reações das pessoas com reação a explosão do coordenador.
OBS.: Indicado para grupos que já tenham uma certa maturidade.
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DRAMATIZAÇÃO
Objetivos:
Demonstrar o comportamento grupal dos membros participantes; realizar um feedback de um participante com objetivo de melhor compreendê-lo.
Como Fazer:
I. O coordenador apresenta o assunto da discussão;
II. Após decorridos dez minutos, o coordenador orienta os participantes para que, nos próximos dez a quinze minutos, cada um procure identificar-se com o colega da direita, esforçando-se por imitá-lo na discussão;
III. Cada participante tentará agir exatamente como o seu colega da direita, imitando seu comportamento no grupo;
IV. É da máxima importância que cada qual consiga identificar-se com seu colega;
V. O mesmo exercício poderá ser feito, deixando liberdade para que cada participante faça a escolha do colega a ser imitado, cabendo aos outros reconhecê-lo.
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AULINHA
Objetivos:
Desenvolver nos participantes a capacidade de improvisação, síntese, clareza e de avaliação.
Material:
O mesmo número de temas para o de participantes do grupo.
Como Fazer:
A AULINHA é dada quando o grupo tem dificuldade de expressão, é inibido e prolixo. Para isso o coordenador:
1. Entrega a cada participante o tema, sobre o qual deverá expor suas idéias, durante dois ou três minutos;
2. O membro participante anterior ou posterior dará uma nota ou conceito ao expositor, que será comunicada ao grupo no final do exercício;
3. A AULINHA permite diversas variações, tais como:
a) O coordenador em vez de dar a cada participante um título de tema para dissertar em público, poderá utilizar somente um tema, ou então vários temas mas com uma introdução para auxiliar as pessoas, ou até mesmo um texto para ser lido;
b) Ou ainda pode-se utilizar uma folha em branco para que cada participante possa lançar nela no mínimo dois assuntos da atualidade, notícias recentes de jornais.
3. A seguir recolherá os assuntos, que cada participante possa dar sua AULINHA, escolhendo um dos artigos constantes na papeleta.
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EXERCÍCIO DA QUALIDADE
Objetivos:
Conscientizar os membros do grupo para observar as boas qualidades nas outras pessoas; despertar as pessoas para qualidades até então ignoradas por elas mesmas.
Material:
Lápis e papel.
Como Fazer:
1. O coordenador inicia dizendo que na vida as pessoas observam não as qualidades mas sim os defeitos dos outros.
2. Nesse instante cada qual terá a oportunidade de realçar uma qualidade do colega.
I. O coordenador distribuirá uma papeleta para todos os participantes. Cada qual deverá escrever nela a qualidade que no seu entender caracteriza seu colega da direita;
II. A papeleta deverá ser completamente anônima, sem nenhuma identificação. Para isso não deve constar nem o nome da pessoa da direita, nem vir assinada;
III. A seguir o animador solicita que todos dobrem a papeleta para ser recolhida, embaralhada e redistribuída;
IV. Feita a redistribuição começando pela direita do coordenador, um a um lerá em voz alta a qualidade que consta na papeleta, procurando entre os membros do grupo a pessoa que, no entender do leitor, é caracterizada com esta qualidade. Só poderá escolher uma pessoa entre os participantes.
V. Ao caracterizar a pessoa, deverá dizer porque tal qualidade a caracteriza;
VI. Pode acontecer que a mesma pessoa do grupo seja apontada mais de uma vez como portadora de qualidades, porém, no final cada qual dirá em público a qualidade que escreveu para a pessoa da direita;
VII. Ao término do exercício, o animador pede aos participantes depoimento sobre o mesmo.
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